1999 - O Resto é Silêncio

 

 

quanto há de ilusão neste versos
que agora recita o coração?

quanto há de impossibilidade
no que os sonhos mais ricos têm como visão?

nada sei... nada se explica...

será que teus sentires conseguem mergulhar
na profundidade dos meus?

será que ouves? compreendes
o que palavras nunca diriam?

nada sei... nada se explica...

quem és tu, inspiração que assalta o lar da tristeza,
trazendo nas mãos tão belas florescências?

quem és tu, imagem onírica de contornos serenos,
de semblante lumente?

és um sonho desperto, ou apenas
uma projeção bondosa do esperar?

és feita de realidade, ou apenas

disfarça-se dela, buscando conquistar-me?
és um anjo, ou a musa que à poesia da vida?


quase tudo é incerto...
quase tudo é sonho...
o resto é silêncio.

 





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